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Inventando: "A dúvida de Caio"

Enfim estou com uma cena inventada, minha, aqui no blog novamente. Gosto dessa seção. Sinto por não poder fazê-la com mais periodicidade. Essa cena de hoje é um monólogo, um teste com personagens que faço quando os estou criando. É, literalmente, colocar um texto na boca deles. O Caio Amorim é um jovem que descobre que é um anjo perdido que conhece o coração dos homens por sempre ter vivido entre eles, desde que pediu o boné e caiu fora do céu por conta própria. Na lenda, e na história, ele é disputado por Miguel e por Lúcifer, e o lado que ele escolher ganha muita força na batalha do juízo final. Mas, e você no lugar de Caio? Condenaria ou absolveria a humanidade? Difícil, né? Ele que o diga.
Boa leitura!

Inventando: "A revolta de Fred"

Voltei com meus roteiros autorais aqui! Escolhi uma cena totalmente avulsa de uma das histórias que invento e que um dia lhe contarei. A brincadeira nessa cena, especificamente, é fazer um monólogo. O Fred é um vilão daqueles que disfarçam muito bem suas intenções. Bom, ele também não é, assim, humano. Aqui, ele está sendo confrontado pelo mocinho (que não direi quem é, nem qual sua motivação para desafiar a fúria do Fred). Acho que vale a pena ler e tentar sentir se as emoções dessa personagem conseguem te tocar ao ponto de você imaginar tudo na mente, sem que uma TV ou a tela do cinema te contem isso. Esse é o meu desafio: Te fazer imaginar. Conseguirei?
Boa leitura!

Inventando: "De repente..."

É com muita alegria que retorno a essa apresentação de um roteiro para vocês. Escolhi uma cena que tinha escrito há um tempo, e que acho interessante porque é aberta à interpretação de quem lê. E a brincadeira aqui é essa: Tentar entender o que aconteceu! Pra não guiar os pensamentos dos leitores, não dei nem as características dos personagens. quero ver como se saem. Comentem, digam o que entenderam do desfecho da cena.
Boa leitura!

Inventando: "Ajudar sem conhecer"

A sequência a seguir é uma construção feita para uma oficina de Audiovisual. Decidi por colocá-la aqui por dois motivos: dividir com os leitores deste blog a riqueza da mensagem; e ver como são os olhares para esses dois personagens cuja vida resolveu, por algum motivo, fazer com que cruzassem o mesmo caminho e acabassem nos diálogos a seguir. E cuidado! Nem tudo que parece é. Não é porque uma pessoa está na rua e mal cuidada que ela tem que ter sua história relacionada à marginalidade. As histórias pessoais são coisas muito subjetivas. Esse é o barato de retratar a vida humana. 
Boa leitura!

Inventando: "O reencontro daqueles dois"

A cena a seguir é mais uma tirada dos primeiros esboços meus escritos no sentido de contar uma história, ainda em 2003. Foi quando me sentei pela primeira vez diante do computador efetivamente para escrever uma história, com sequencia de cenas, que mostrassem uma trajetória, sentimentos e sensações. Tenho um carinho imenso por Paulo e seus três amores (Catarina, Nadja e Sarah), cada uma com um sentido e um questionamento diferente. Eu já publiquei aqui no blog algumas cenas com esses personagens aqui e aqui. Quem sabe um dia eu resolvo concluir essa história. Talvez dê mesmo um livro, ou algo para o audiovisual. 
Boa leitura! 

Inventando: "A separação adolescente"

Escrever é sempre bom. Eu, pelo menos, gosto bastante. É tão bom deixar a mente viajar, voar por mundos e cenários muitas vezes melhores que os nossos cotidianos. E o melhor de tudo é notar que tudo isso que existe nesse blog tem leitores que apreciam muito o que não só eu, mas todos os autores aqui criam. Essa seção de roteiros originais é uma prova disso. Todo mês a inspiração vem dos comentários. Uma vontade imensa de fazer sempre melhor. Nem sempre é possível, mas o objetivo é esse. Tomara que a cena desse mês esteja do gosto de vocês. 
Boa leitura!

Inventando: "Sentimento Revolto"

A cena de hoje não é alegre, nem divertida. É dramática, densa e fechada. Acho que, talvez por isso, eu tenha escolhido ambientá-la em um local belo. Gosto da paz de lugares que possuem um lago em sua paisagem. Pode ser incrível, belo, e ao mesmo tempo mortal. É um contraste com o mar revolto e fechado que existe dentro do Fernando, o personagem principal da cena deste mês. Tomara que gostem. 
Boa leitura!

Inventando: "Instante Trágico"

É sempre bom voltar a escrever as cenas que apresento aqui pra vocês. Essas me dão um prazer particular por serem criações minhas. São retalhos imagéticos de recordações, ou momentos em que deixo a imaginação me levar, ou até mesmo, releituras de ideias que já tentei passar para o papel alguma vez e que ficou aqui no meu computador, esperando momentos como esse pra chegarem a você, leitor. Espero que goste da cena a seguir. Dramática, tensa, e com um tom sombrio que eu mesmo já duvidei que fosse capaz de passar pro papel. 
Boa leitura!

Inventando: "Ouvindo o amigo"

Este mês a cena não é de audiovisual. É um texto para Teatro. Nesta cena, Letícia, atriz de teatro e nossa heroína, conversa com seu amigo e parceiro dos palcos Tino sobre Rafael, um amor que estava quietinho no passado, mas que resolveu aparecer quando eles foram se apresentar na cidade dele, cheio de encantos e carinho com ela, que tem problemas para acreditar nesse amor. 
Boa leitura!

Inventando: "A Posse"

Olá, pessoal! Mais uma vez tenho o prazer de trazer aos leitores do blog uma cena original. Agora, resolvi caminhar pelo ambiente político, retratando uma posse não convencional, haja vista que acontece por uma renúncia amigável, e não pela vitória eleitoral. Henrique precisou renunciar para ser candidato a Presidente. Assume o vice, Valter, que deverá levar o governo pelos meses seguintes. Os pretendentes ao cargo são Gregório e Alexandre, que são do mesmo partido e disputam a indicação para ser candidato. 
Boa leitura!

Inventando: "Nascimentos"

Que bom estar de volta com a seção de roteiros do blog. Estava com saudades desse desafio mensal que é criar uma cena e tentar fazer com que você que lê visualize o que está apenas no papel, sem virar obra audiovisual. Este mês, mais uma vez apresento uma sequência de cenas, com duas realidades na hora de um nascimento lá no já longínquo Brasil imperial. Enquanto a sinhá era assistida da melhor maneira, a escrava infelizmente dava à luz ali, diante de todos, com ajuda precária de quem se compadecia do seu momento. 
Boa leitura!

Inventando: "A ceia de natal"

Chegou o natal. E nada é tão mágico quanto esse período. Mesmo com os excessos do comércio, que transforma a data num verdadeiro Atacadão, e lota os centros de compras das cidades de um modo que fica quase impossível sequer respirar, essa é uma época em que as pessoas estão naturalmente mais propensas à confraternização, aos desejos mútuos de felicidades. Seja o nascimento de Cristo, seja o tempo do Solis Invictus, esse é um momento de alegrias. A cena a seguir é um reflexo disso. É uma reunião familiar, onde todos os defeitos pessoais são menores que a vontade de estarem ali, juntos.
Boa leitura!

Inventando: "Causa Justa"

Este mês essa seção vai ser uma invenção. Ao invés de uma cena única, será uma sequência com três passagens, onde Helena, uma ativista do meio ambiente vai brigar com o prefeito da cidade e o industrial que quer construir uma fábrica de móveis na área da mata verde com uma nascente. Helena tem consciência e nenhum medo de enfrentar "poderosos". Essa sequência é de uma criação minha de algum tempo, que inclusive eu apresentei aqui no blog, na antiga seção "Literatura em capítulos".
Boa leitura!

Inventando: "O reencontro"

Esta é uma cena mais para o teatro. As rubricas que coloquei não fazem menção a deslocamento de câmera, ou ótica do personagem. É um diálogo sob um palco vazio, como se não houvessem espectadores durante a cena. Faz parte de uma peça que desenvolvo chamada "Assim como a luz do teu olhar". Rafael e Letícia já não são mais jovens descobrindo os prazeres da vida. Eles já tiveram sua história, e alguma coisinha ficou disso tudo, e o impulsionou a procurá-la quando ela passa com sua companhia de teatro pela cidade dele. Um reencontro cheio de alegrias e memórias de um passado bom.
Boa leitura!

Inventando: "Feito pra lembrar de nós"

A cena a seguir retrata um belo fim de tarde de um casal que se conhece há muitos anos. Eles precisam colocar em pratos limpos a história de suas vidas. Mas, claro, não precisam brigar para falarem de si. O bom seria se ninguém discutisse o passado com brigas. Quero que você, leitor, se sinta livre para escolher os nomes. Por isso os deixei marcados apenas como Ele e Ela. Deixe a imaginação viajar. tomara que gostem. Ficou uma coisa muito singela, mas, ao meu ver, forte e instigante. 
Boa leitura!

Inventando: "No consultório"

A cena a seguir é fruto de mais uma das histórias que imagino tendo como cenário o palco de um teatro, uma das mais belas artes que existem, local onde o ator é testado na plenitude de seu talento, e o público tem um contato muito particular. Zé Henrique, um extravagante ator, precisou procurar os serviços de Pedro para se livrar de uma síndrome do pânico. Aqui é só uma cena. Mas tem toda uma história pra ser contada além dela. 
Boa leitura!

Inventando: "Acerto de contas"

A cena a seguir vem de uma história que eu criei há alguns anos já, com personagens pelos quais eu tenho um carinho imenso. Sarah sempre foi apaixonada por Paulo desde a adolescência. Cresceu, virou bailarina, seguiu seus sonhos. Mas nunca esqueceu esse amor. Só que, além de sempre ter sido apaixonado por Catarina, de quem se desencontrou muito jovem, Paulo nunca imaginou que Sarah o amasse, e encontrou pela sua vida Nadja, que acabou nutrindo por ele um amor doentio, recheado de crises de ciúmes que estragaram tudo. 
Na cena, Sarah e Nadja se encontram para acertar as contas e se desafiar. Agora, Catarina não é mais empecilho, pois ela já não vive mais. As duas vão finalmente disputar o amor dele, e nenhuma delas está disposta a ceder. Sarah conhece bem a força da adversária, e sabe como lidar com isso. 
Boa leitura! 

Inventando: "Inconfidentes"

A cena a seguir, uma ficção, retrata o momento anterior à ação dos inconfidentes, que seria realizada no dia seguinte, quando a coroa portuguesa faria a derrama, um imposto cobrado pela coroa sobre a produção de ouro das minas do Brasil. O assunto já estava meio que decidido, e Tiradentes só queria mesmo acertar as posições dos inconfidentes no grande dia. Mas Joaquim Silvério dos Reis também estava lá, pronto pra melar todo o plano. 
Boa leitura! 

Inventando: "Mistérios do poço"

A sequência desse mês vem de uma criação minha baseada nas previsões catastróficas de Nostradamus, um homem estudioso e místico, que viveu na França no Séc. XVI. Este poço do dinheiro, o chamado “Money Pit”, realmente existe. Fica no Canadá, numa ilha chamada Oak Island, no Oceano Atlântico. É um velho poço cheio de armadilhas primitivas que deram trabalho aos exploradores, mesmo os modernos. Existe muito mistério cercando o Money Pit, os corpos lá achados, e a ligação de tudo isso com cavaleiros templários. Eu acho um ótimo ponto de partida pra uma aventura sem igual. 
Boa leitura!

Inventando: "Assim como a luz do teu olhar"

Na segunda edição desta seção, eu escolhi uma cena de uma estória que me cativa muito. Escrevi há um tempo. Foi o primeiro conto especialmente produzido para uma musa inspiradora, e por isso tenho um carinho grande. É sempre mais legal escrever quando se tem uma musa tomando nossa inspiração. Assim fazemos muitas coisas que poderíamos até não dar conta sem esse “incentivo”. 
Letícia é um amor conturbado de Henrique. Ele é um estudante em vias de se formar, com muitos sonhos na cabeça. Na cena, Henrique está cheio de esperança, pois vai reencontrar Letícia, que está vindo à cidade com uma peça. Na cena, ele arquiteta a ida ao teatro com seu amigo, Caio. Quer surpreender sua amada. 
Boa leitura!